Retrabalho, desperdício e improviso não aparecem no extrato do banco. Mas saem do seu caixa todo mês, em silêncio. A Ross mostra onde está o vazamento e fecha a torneira.
Leva 1 minuto. Você não precisa informar nenhum dado pessoal.

Esses dados vêm de referências reconhecidas em gestão e qualidade. Eles ajudam a entender por que a desorganização pesa tanto no resultado.
É a estimativa clássica da American Society for Quality para o custo da má qualidade em muitas empresas: retrabalho, refugo, devoluções e correções.
Segundo a McKinsey, é quanto um profissional gasta por dia buscando e reunindo informações. Quase um dia inteiro de trabalho por semana.
Regra clássica da qualidade: prevenir um erro custa 1. Corrigir dentro da empresa custa 10. Quando o erro chega ao cliente, custa 100.
Marque o que acontece aí hoje. Seja honesto: ninguém está vendo.
Cada item marcado é um ponto onde o dinheiro escapa.
Ajuste os números para a realidade da sua empresa. A conta considera só o tempo pago e mal aproveitado. Não inclui material perdido, multas nem clientes que foram embora.
A calculadora é uma estimativa educativa, feita com os números que você informou. Considera 176 horas de trabalho por mês e 4,33 semanas por mês. O valor real só aparece no diagnóstico.
Nenhum deles aparece no balancete com esse nome. Todos aparecem no lucro.
Fazer de novo o que já foi feito. Pedido errado, peça refeita, documento corrigido três vezes.
Tudo depende de você: aprovar, decidir, responder. A empresa anda na velocidade da sua agenda.
Planilha no computador de um, recado no WhatsApp de outro, papel na gaveta. Ninguém acha nada.
Ninguém sabe onde termina a sua função e começa a do colega. Uns se sobrecarregam, outros se escondem.
O novato aprende "olhando", copia os vícios de quem ensina e demora meses para render.
Sem indicador, você decide pelo feeling. Corta o que dava lucro e mantém o que dava prejuízo.
Conversa com a gestão e observação da rotina para achar os vazamentos e medir o tamanho deles.
Os processos são desenhados como acontecem hoje e, depois, como devem acontecer: enxutos e sem desperdício.
Procedimentos escritos, fluxogramas, descrição de cargos e indicadores. Tudo no papel, nada só na cabeça.
Treinamento da equipe e acompanhamento até o novo jeito de trabalhar virar rotina e entregar as metas.
Painel eletrônico e físico que permite aos gestores acompanhar negociações, contratos e vistorias, sem depender de perguntar para cada corretor.
Ordens de produção e fichas técnicas para todos os produtos do catálogo. Cada peça passou a ser feita do mesmo jeito, por qualquer pessoa.
Economia com a eliminação do uso de etiquetas pela produção no controle das peças fabricadas. Menos material, menos etapas.

Fundadora da Ross. Começou na indústria automotiva, onde qualidade não é discurso: é peça que sai certa ou volta. Levou esse rigor para pequenas e médias empresas de Sorocaba e região.
"Processo não é burocracia. É o que deixa o dono livre para fazer a empresa crescer."
Se a empresa cresceu mais rápido que a organização, este trabalho é para você.
É exatamente por isso que você precisa. A falta de tempo costuma ser o sintoma mais claro de uma empresa sem processo. O trabalho é feito junto com a rotina, sem parar a operação.
Vale mais ainda. Organizar com 10 pessoas é muito mais fácil e barato do que com 50. Quem organiza cedo cresce sem levar a bagunça junto.
Não. Processo bem feito é enxuto: elimina etapas inúteis em vez de criar papelada. O objetivo é tirar o peso da rotina, não aumentar.
Depende do tamanho da empresa e de quantos processos serão trabalhados. O diagnóstico define o escopo, o prazo e o investimento antes de qualquer compromisso.
Processos mapeados, procedimentos escritos, fluxogramas, descrição de cargos e indicadores. E, o mais importante, a equipe treinada para usar tudo isso no dia a dia.
A Ross atende Sorocaba e região. CONFIRMAR: atende on-line ou outras cidades?
Em uma conversa sem compromisso, a Rosana mostra onde estão os principais vazamentos da sua empresa e por onde começar.
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